De vez em quase nunca eu participo de alguma forma da Revista Webdesign, editada pelo pessoal da Arteccom. Geralmente é uma dica, uma resposta, uma entrevista ou até mesmo uma palestrazinha lá no Encontro de Webdesign. Eu fico muito feliz, não só pelo fato de poder contribuir em âmbito nacional para o desenvolvimento da área mas pelo profissionalismo e seriedade que eles têm com a revista e o eventos que promovem.
Bom, na edição de junho (nº54) eu concedi uma entrevista sobre um assunto que eu acho muito importante para quem trabalha com criação em agências de mídia interativa (tá…offline também): Brainstorm.
Como eu divulguei isso no meu blog escondido para os alunos, aproveito a oportunidade para deixar que você, querido leitor, também tenha a mesma oportunidade. Até porque eu acho que os alunos não estão lendo é coisa nenhuma lá no outro blog (!).
Acontecerá amanhã mais uma edição do Encontro de Webdesign, promovido pela Arteccom. Como já é costumeiro, teremos bons palestrantes e um dia inteiro para fazer o social com os interessados na área: designers, programadores, arquitetos de informação e todo tipo de gente que gosta e trabalha com Internet aqui em Salvador.
O EWD é considerado um dos eventos mais importantes de Internet no Brasil e acontece em 8 capitais.
Sim senhoras e senhores! Finalmente voltei à ativa aqui no blog.
Sei que muitos estavam desesperados e pensando em suicídio, porém, essas medidas drásticas não serão necessárias.
Para atualização geral, tirei uns dias de férias em São Paulo. Pois é…férias de nerd é em megalópole. Em momento oportuno faço um post para indicar alguns lugares que eu gosto bastante na capital paulista.
Umas das coisas que mais chamou a minha atenção foi o sistema de tráfego de dados da rede Vivo. Bem melhor do que aqui em Salvador.
Andei em diversos lugares lá em sampa utilizando apenas o Google Maps. Nem foi preciso um GPS, já que o posicionamento pela triangulação das antenas já mostrava uma localização muito próxima de onde eu realmente estava.
Então foi fácil localizar ruas e andar sem me preocupar em me perder.
Além disso, informações como telefones de restaurantes foram extremamente importantes para que eu reservasse minha mesa e saber se o restaurante estava muito cheio antes de gastar meu tempo nos engarrafamentos constantes.
Para quem não sabe ainda, o Google disponibiliza uma versão do Google Maps para telefones celulares AQUI.
Eu recomendo fortemente para quem for viajar.
Obs.: Eu tenho um plano de dados ilimitado no meu celular, o que me tranquilizou por não pagar uma fortuna por dados trafegados. Além disso, o plano de dados não gera custo por deslocamento.
Obs2.: Obrigado a todos por sentirem falta das atualizações. Vou me esforçar para que essas pausas somente aconteçam quando extremamente necessário.
Calma senhoras e senhores.
O blog não morreu. Ainda bem.
Mas estou há alguns dias completamente atarefado e sem tempo de pensar em ter idéias de imaginar uma forma de fazer um post.
De qualquer forma, vim aqui para dar uma justificativa e pedir desculpas.
Prometo em num curto espaço de tempo vou reverter a situação.
Escalar o Grand Canyon não deve ser uma coisa muito fácil. Nem mesmo para os mais destemidos e pequeninos robôs. A Panasonic conseguiu, através do seu mascote homônimo de sua bateria alcalina Evolta, fazer com que o robozinho escalasse uma das fendas do Grand Canyon depois de 6h48m e algumas tentativas, após enfrentar o frio, granizo e chuva. Como o robozinho não era à prova d’água, teve algumas dificuldades para chegar lá em cima.
Legal, notícia nerd e inútil…
Talvez seja para você.
Atualmente, a robótica é um dos campos mais avançados da tecnologia. Claro que esse exemplo pode ser apenas uma jogada da marketing ou um experimento sem nenhuma conseqüencia benéfica para o avanço da tecnologia e da ciência. Mas serve como um alerta para que o mundo também volte suas atenções para esse campo em desenvolvimento e perceba que realidades como apresentadas em filmes como Eu, robô, Metropolis e Star Wars, não estão tão no futuro assim como se pensa.
Em breve, experimentos mais avançados trarão essas tecnologias para aplicações e modificações no nosso próprio corpo. É o Cybercorpo. Experimentos mais simples como implantes de chips RFID já estão pipocando por aí pelo mundo.
Alguns exemplos de Cybercorpo vocês já conhecem: Darth Vader, o Exterminador, Roberto Carlos, etc…
Pra quem pensou que seria mais uma série TV, enganou-se.
Está de volta aos palcos a Till’s, banda de rock que fez uma pequena pausa para seus integrantes descansarem um pouco (brincadeira).
A excelente banda, com um repertório muito interessante, volta para se apresentar em mais uma temporada nas noites de sábado em soterópolis.
Eu recomendo bastante. Confiram:
BOTEQUIM NOBEL End.: AV. OTÁVIO MANGABEIRA, 940 - PATAMARES COUVERT: R$ 12,00 HORÁRIO: À PARTIR DE 22:00 HS. RESERVAS: 3363 5151
Fica ao lado do Bar Foguete, logo após o Caranguejo da Cely, sentido Itapuã.
Serial Experiments Lain (シリアルエクスペリメンツレイン, shirialu ekusuperimentsu lein) é uma série anime japonesa de 1998 com 13 episódios, com o objetivo de chamar a atenção do público para um tema considerado inovador em sua época. Um dos animes com maior repercussão nos Estado Unidos, comparado ao maior sucesso do segmento, Akira.
Lain (冷音, Rei-in), uma jovem adolescente solitária, desenvolve um fascínio pela informática e pelo Wired, uma versão melhorada da Internet após a morte de uma das suas colegas de escola. Um e-mail, enviado por esta após a sua morte, explica que o seu corpo deixou de viver e que ela vive agora no wired. Lain fala também da situação de dupla personalidade entre o mundo real e na “Wired”. A situação para falar na realidade não é muito diferente ao que se começa a passar na atualidade (as pessoas desenvolvem-se de maneira diferente na Internet). O anime em si é bastante complexo e tem um traço de desenho bem limpo.
Serial Experiments Lain é baseada em uma história de Chiaki Konaka, a mente criativa por trás do excelente roteiro de “The Big O”. Com Serial Experiments Lain, não existe meio-termo: ou você ama a série de paixão, ou odeia o que viu com todas as forças.
Lain Iwakura é uma estudante tímida, bem fechada e com poucos amigos. Sua mãe é uma pessoa extremamente seca, que fala pouco e não dá muita atenção aos problemas da filha. O pai, apesar de mais expansivo, também tem dificuldades de comunicação com Lain, e procura reduzir a distância entre ambos através de bens materiais. As coisas começam a tomar um rumo diferente quando Lain passa a receber e-mails de uma garota chamada Chisa Yomoda, em seu telefone celular, dizendo que o mundo virtual (Wired) é que representa a realidade, e não o mundo em que vivemos. Seria um fato corriqueiro, um possível “hoax”, não fosse um pequeno detalhe: Chisa está morta há algum tempo… seria possível que ela estivesse viva dentro da Web? De acordo com suas palavras, ela não era a única pessoa na mesma situação.
A partir daí, Lain passa a se interessar mais e mais pelo que acontece dentro da rede, e nesta busca incessante por informações, vai descobrindo que o limite entre o mundo real e o virtual é menor do que imagina. Até mesmo a natureza de sua própria existência é colocada em xeque: quem é Lain, afinal? Uma pessoa? Um ser virtual? Ela existe em nosso mundo teoricamente real e palpável, ou sua verdadeira personalidade é aquela que existe no mundo teoricamente virtual?
A primeira coisa que chama a atenção em Serial Experiments Lain é seu estilo único. A direção de arte é fantástica, com um excelente uso de luz e sombras, criando um clima de surrealismo que permeia toda a série. A trilha sonora, composta na maior parte por ruídos, aumenta ainda mais a sensação de estranheza e deslocamento. O traço dos personagens é bem diferente, com olhos muito expressivos e detalhados. A qualidade da animação não fica atrás, misturando técnicas tradicionais com computação gráfica, o que permitiu algumas tomadas de câmera inacreditáveis.
Maravilha!
Acabei de achar meu Palm Pilot Professional aqui em casa. Estava arrumando umas coisas quando o vi largado no fundo de uma gaveta. Imediatamente pensei: “Hummm, será que ainda funciona?”. Tal foi minha surpresa quando liguei o bichinho e ele me trouxe a welcome screen da Palm. Só felicidade.
Bom, pra quem não sabe, o Palm Pilot é um PDA (assistente pessoal) bastante antigo, que tinha como características a simplicidade de uso. Durante muito tempo ele me serviu como agenda eletrônica e fazia muito bem o seu papel.
Esse palm especificamente tem 1Mb de memória e utiliza o System 2. Utilizava o sistema Graffiti de entrada de dados, tinha um processador Dragonball e era monocromático. Era produzido pela USR/3Com. Que? Isso mesmo…USRobotics…a mesma que fabricava modems.
Hoje eu vou procurar uma moldura e vou pendurá-lo em minha casa. É um dos meus objetos de decoração geek.
Por falar nisso, alguém aí tem um Atari ou TK-85 jogado no canto da casa?
Nos tempos atuais, quem tem um computador, e costuma jogar nele, vem notando que a quantidade de lançamentos de jogos para esta plataforma vem diminuindo e muito. Isso se deve a grande melhoria na qualidade dos jogos nos consoles, como o Xbox 360 e o Playstation 3. Tem melhorado tanto que parte desses jogos acabam saindo depois também para os computadores, como Gears of War, Bioshock, Lost Planet, entre outros. Aquele mito que jogos de tiro só prestam se forem jogados no computador, está cada vez mais perdendo as forças.
Um dos jogos mais aguardado do ano está perto do seu lançamento, e tenho certeza que existe muitos “micreiros” que estão na dúvida se compram ou não um Playstation 3 só para ter o gostinho de joga-lo. Eu estou me referindo ao Metal Gear Solid 4. Nessa sexta-feira que passou (25/04) foi liberado o modo online de teste do jogo, ao qual estou tendo a oportunidade de jogar. Prefiro não comentar muito sobre o jogo, pois capturei um video do mesmo e estou deixando ele disponível para vocês se deliciarem.
Existem filmes que marcam.
Esse longa metragem é simplesmente fenomenal…pra época principalmente.
Agora ele completa 20 anos em grande estilo. Latinha com camisa, cards e 2 versões: 4:3 e 16:9.
Bom…nem vou falar muito. Tem coisas que não precisam ser ditas.
Só quem é mesmo Nerd sabe o que eu quero dizer.
Lá pelos idos de 2005 (mais precisamente no dia 19/07/05) eu comecei a gravar um podcast chamado Animale Irracionale, que na época era o nome deste blog. Podcast ainda era uma coisa que provavelmente só eu e mais uma dúzia de pessoas conheciam aqui em Salvador. Eu cheguei a escrever um artigozinho para o banandesign em janeiro de 2005 falando sobre esse novo formato.
Eu tive alguns ouvintes por aí. Esse podcast foi inclusive comentado no episódio nº9 do Alexandre Sena, que tem um podcast excelente e que eu acompanho desde o começo. Parece besteira mas fiquei orgulhoso de ter sido comentado por um dos expoentes do Podcasting no Brasil.
O fato é que depois de ter gravado o 5º episódio, eu parei de gravar os podcasts. Provavelmente por causa do tempo curto para as atividades prazerosas.
Mas agora estou com vontade de voltar a gravar os podcasts.
Me inscrevi na lista Podcast Brasil por incentivo de meu amigo e também podcaster Belote, depois dele me avisar que o próprio Alexandre Sena tinha lembrado que eu existia enquanto podcaster aqui no nordeste.
Novamente orgulhoso, me senti na obrigação de contribuir para a comunidade e acredito que dentro de alguns dias, depois de definir um novo formato do programa, voltarei a gravar os podcasts.
No menu do blog habilitei uma página com acesso aos meus podcasts antigos. São ainda muito amadores e procuro encará-los apenas como testes para finalmente agora fazer um podcast melhor.
Se você possui iTunes, além de ser uma pessoa privilegiada, poderá acessar o podcast diretamente da iTunes Music Store.
Não…infelizmente não.
Bom, esse é o valor de 2 rolos de papel higiênico no Zimbabwe. Conhece? Não? Então clica aqui.
É bem provável que no momento em que você estiver lendo esse post, os 10 milhões de dólares do Zimbabwe não consigam comprar os dois rolos de papel.
É o país que tem a economia mais quebrada do mundo, sendo que a taxa de inflação lá chega aos incríveis 100.000% (isso mesmo) ao ano e com um mercado negro de tudo o que você imaginar. Principalmente combustível, milho e dinheiro (!).
Engraçado como existem tantas disparidades entre os países no mundo.
Imaginem agora o que é que esse povo de lá passa diariamente.
Imaginaram?
Eu tentei…mas provavelmente não consigo imaginar nem 1%.