Porsches, Deus e mitos.
Domingo pela manhã.
Acordei e, sem alterar minha rotina diária, vim pro computador.
Eis que me deparo com uma pequena chamada no site do Uol para o novo Targa que está chegando nos EUA e na Europa em setembro. Ele deve estar aqui também para o Salão do Automóvel, que acontece em São Paulo.
Uma pena eu não poder ir…
(…)
Esse minuto de silêncio é porque não tem muito o que dizer. Só olhar e saber que no Brasil não é recomendável ser feliz.

Por isso o título do post.
E por falar em Deus, hoje devo continuar uma discussão filosófica sobre mito e ciência – que rolou ontem na casa da sogra com o co-cunhado – e que parou com o seguinte dilema na cabeça dele depois que eu (escrotamente) perguntei:
- Deus é um mito?
Chegamos a esse ponto depois de termos discutido historicamente a evolução do pensamento filosófico e as linhas de pensamento de alguns dos mais famosos filósofos da humanidade.
Mas é um papo muito cabeça pra ficar relatando aqui no post. Vamos falar de “nerdices”.
A brincadeira agora é GPS.
Estou usando um programa na Nokia (Nokia Sports Tracker) que utiliza o GPS do celular para registrar as atividades físicas diárias como caminhadas, corridas, etc.
Esses dados coletados (velocidade, trajeto, distância percorrida, tempo, entre outras coisas) são enviadas para um ambiente com seu histórico de atividades. Excelente para acompanhar sua evolução e, pra quem tem Personal Trainer, um mapeamento total do treinamento.
Ainda não comecei a testar nas caminhadas…mas já brinquei um pouco andando de carro (rs).

Depois eu coloco aqui um screen shot do programa supracitado funcionando.
Mas voltado ao assunto: pra você Deus é um mito?









…venha cá, véi… isso é coisa que se vá discutir na casa da sogra? As sogras geralmente rezam, sabia? rs
não seja um japa crente…
Provavelmente, visitante ilustre, você não entendeu o post.
Seria mais inteligente se você pedisse para que eu não fosse herege.
Obrigado pela visita e comentário.
Já vi que tá gostando do aparelho…:)
Tem é tempo que não entro aqui!
Beijos
Laert, eu não sabia sua posição com relação a Deus e já que perguntou lhe respondo: Sim!
Antes de justificar minha resposta preciso adiantar que, na minha visão, existem diversos Deuses, ou melhor, diversos mitos. O mais comum no Brasil é o Deus cristão/católico ou evangélico, sendo assim pegarei este como exemplo.
Vamos começar com 3 pontos:
1 – Analisando o NT fica claro que toda estória de Jesus é escrita para cumprir as profecias messiânicas
2 – Se Observarmos culturas antigas a estória de Jesus vai parecer plágio
3 – Todas as tentativas de forjar um Jesus histórico falharam
Laert, a bíblia é a base para a crença no Deus cristão. Abaixo estou colando a introdução que fiz a um debate que participei certa vez, com o Pr. Alexandre (…esqueci o sobrenome), cujo tema foi “A bíblia narra eventos históricos ou fábulas?
A discussão que proponho é sobre a interpretação literal da bíblia. Entenda-se por “interpretação literal” a idéia de que tudo ocorreu exatamente como descrito na bíblia, por exemplo (o dilúvio foi universal, eva feita da costela de adão, a serpente incentivou eva ao pecado…).
Chegamos então a dois pontos:
A – A bíblia é literal em todo seu conteúdo;
B – A bíblia não é literal em todo seu conteúdo.
[b]Considerando o ponto A[/b]
Se a bíblia é literal em todo seu conteúdo como explicar as passagens que mais se aproximam de ser uma fábula? Vejamos a descrição de fábula:
[b]Fábula[/b]
[i]A fábula é uma narrativa alegórica cujos personagens são geralmente animais e cujo desenlace reflete uma lição moral[/i] –
pt.wikipedia.org/wiki/Fábula
[b]Fábula[/b]
[i]do Lat. fabulare por fabulari
v. tr.,
narrar, contar em forma de fábula;
[b]imaginar, inventar[/b];[/i] – Dicionario PRIBERAM
Segundo a wikipedia podemos perceber que uma característica comum das fábulas são animais falantes porém isso não é uma regra geral mas atrevo-me a dizer que [b]animais não falam a língua humana.[/b]
Desta forma, posso dizer que as passagens bíblicas que narram animais falantes podem ser consideradas fábulas a menos que seja comprovada a possibilidade real das narrações terem de fato ocorrido. Cito duas passagens em especial
Gêneses 3 por exemplo apresenta uma serpente falante.
Números 22:30 Balaão conversando com uma jumenta.
—————–
[b]Considerando o ponto B[/b]
Se a bíblia não é literal em todo seu conteúdo então caímos no problema de como distinguir o que de fato ocorreu e o que não passa de ilustração. Poderíamos partir do principio de que toda narração incomum e que apresente algo sobrenatural seja apenas ilustração porém ai teríamos que eliminar muitos milagres.
Então fica a questão, se é literal como explicar algumas passagens muito improváveis de terem ocorrido? Se não é literal como distinguir?
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