Crashing down, crashing down again…
Todos estão na rua. Pelo menos uma boa parte deles.
A chuva fina e o clima de inverno choca violentamente com o contexto da cidade, que respira ofegante. Eu, mero personagem em terceira pessoa, vou fechar os olhos cansados e vermelhos para pensar em mim. Diante do barulho e agonia eu aproveito para pular em silêncio, para usar o tempo e deixar que o cansaço desista e a paz se reestabeleça.
Neste momento me vejo no labirinto de Tron. Imerso.
Erguendo uma Notre Dame de bits que abrigará minha solidão carnavalesca. Preciso disso.
Descobri que não sou daqui. Faz tempo…mas custava a aceitar.
“I’m an alien, i’m a legal alien…”
Mas pra não perder a viagem:
“Peço por favor não diga não
Tudo que eu tenho é pra te dar
Se você pedir pra eu buscar
Vou lá, vou lá, vou lá, eu vou já
Eu vou lá, vou lá, vou lá, eu vou já”









Eu sempre tive a mesma sensação. Mas até que eu tentei me enturmar… sair em bloco, acompanhar as dancinhas e “músicas” mas não adiantou muito. Em 2005 eu fui pra avenida e desmaiei por causa do calor e confusão. Gota d’água. Hoje moro numa cidade que não tem clima de carnaval. Carnaval até tem… uma escola de samba numa cidade satélite aqui, um frevo numa super quadra acolá mas nada que possamos notar e que incomode. Well… eu sinto muito pelos baianos que não curtem ao carnaval e não têm dinheiro pra viajar. A sensação pra quem fica, e ainda mora perto da folia, é de solidão mesmo. Aproveite pra ver muitos filmes, jogar games interessantes e dormir. 🙂
é.. no mundo dos perdidos.. mais um estrangeiro desta terra aceita o seu caminho..
isso porque sei que você é de ‘ricifi’.
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Passado
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