A cidade não para, a cidade só cresce…

Vim ao encontro do frio…mas chegando aqui: 28ºC. Agora de noite a temperatura tá caindo…não importa. O ar condicionado já está a 10ºC.
Sempre me espanto sobrevoando SP. Parece uma maquete infinita, com o horizonte em “blur” e nuvens cinza. É um início de Matrix.
Obs1: O pão de queijo de Minas não é tão diferente do pão de queijo do posto Ipiranga na frente de minha casa.
Obs2: Saber que 3 folhas de vidro separam você de uma temperatura de -52ºC do lado de fora da aeronave, numa altitude de 12.000m a 840km/h é, no mínimo, engraçado.
Obs3: Em Belo Horizonte não existe negros. Pelo menos do aeroporto. Me senti estrangeiro por não ver um.
Obs4: Pessoas que viajam de avião deveriam saber desligar um celular.
Obs5: É muito estranho ouvir: “Você quer que eu te ajudo?”
Obs6: Pagar R$12,00 para ter acesso a 24h de “uái-flái” no hotel é F***!









Tio!
viajou e nem contou pra sobrinha!
vou pra sampa em agosto…presente de 21 anos..
hehehe
vai na estação da luz por mim!!!
Aaahhhhhhhh que inveja! Eu também queria estar em SP de novo. Sacanagem! Eu não reparei isso no aeroporto de BH, da próxima vez vou prestar atenção. “Quer que eu te ajudo” é uma facada no peito. Dói ouvir essas coisas principalmente da boca dos paulistas que possuem esse péssimo hábito.
Eu penso o mesmo à respeito das lâminas de vidro. O pior mesmo é quando você pára pra pensar que a porta da minha geladeira é mais espessa que as paredes da aeronave e que quando esse bólido de alumínio pousa, está carregado energia estática suficiente pra iniciar um incêndio durante o reabastecimento, se o operador da SATA não conectar o fio terra antes.
Uma coisa boa do aeroporto de BH é que na banca de lá você encontra a American Cinematographer.
Pior é ouvir. “Onde tem uma agência do correio pra eu poder estar justificando”, ou ainda. “vamos trbaiar”. Não satisfeito? E as “cervejadas”, “churrascada”, “baianada” e afins?
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Passado
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