Auschwitz sazonal
Final de ano. Desespero…
Ao saber que, muito provavelmente alguns membros de sua família ou até mesmo ele próprio, daqui a alguns poucos dias estaria morto, desespera-se.
Chama todos de sua comunidade para comentar o fato. Todos sabem. Todos aceitam o destino fatal e tentam não encarar a dura realidade pensando em outras coisas ou simplesmente deixando o tempo passar.
O relógio é um cronômetro em contagem regressiva.
Alguns morrem bêbados. Outros, nem sequer se dão conta de que estão morrendo.
Milhares deles. Milhares.
Exterminados em grande massa…sazonalmente…sempre no final do ano.
Pensa em todos os bons momentos de sua vida. Lembra-se de como era pequeno e sua mãe o protegia. Sempre foi um predestinado. Mas poucos o admiravam.
Sua agonia se estende por mais de um mês…passa seus últimos dias sem saber qual será o último dia.
O cenário está decorado. E ele lembra-se disso desde o ano passado, onde a chacina levou bons amigos e familiares.
Sabe que esse ano é o dele. Não escapará, infelizmente.
E, tal como os outros, percebe que não há o que fazer.
O pequeno peru, agora bem maior, baixa a cabeça e espera o dia em que será admirado em cima de uma travessa de alumínio.









ai que suuuuuusto!!!!!!
Poxa professor que pressão…
Eu aqui já toda emocionada, triste e pensando que era algum parente seu e você me diz que é o peru!
hahahahhahahahhaha
sustooooooooooo
ihihihhi
uffa
bye-bye
amei!
hauahauahauha
bjo.
Afff bola!
Faz isso mais não… hehehe
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Passado
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