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Articles in the Poesia Category

Música, Poesia »

[18 Sep 2007 | 2 Comments | ]

Música, Poesia »

[3 Sep 2007 | One Comment | ]

Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal
E assim, repetindo os mesmos erros, dói em mim
Ver que toda essa procura não tem fim
E o que é que eu procuro afinal
Um sinal, uma porta pro infinito irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais
Afinal, como estrelas que brilham em paz
Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal
Um sinal, uma porta pro infinito …

Apple, Blogroll, Poesia, update »

[11 Aug 2007 | 2 Comments | ]

…eu mandava, eu mandava ladrilhar;
Com pedrinhas, com pedrinhas de titanium…
Pra não ver, munca mais, nada travar.

Poesia »

[17 Jul 2007 | 4 Comments | ]

Quando começares a tua viagem para Ítaca,
reza para que o caminho seja longo,
cheio de aventura e de conhecimento.
Não temas monstros como os Ciclopes ou o zangado Poseidon:
Nunca os encontrarás no teu caminho
enquanto mantiveres o teu espírito elevado,
enquanto uma rara excitação agitar o teu espírito e o teu corpo.
Nunca encontrarás os Ciclopes ou outros monstros
a não ser que os tragas contigo dentro da tua alma,
a não ser que a tua alma os crie em frente a ti.
Deseja que o caminho seja bem longo
para que haja muitas manhãs de verão em que,
com …

Blogroll, Poesia »

[12 Jul 2007 | 2 Comments | ]

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Poesia »

[26 Jun 2007 | No Comment | ]

Poesia »

[13 Jun 2007 | 4 Comments | ]

A madrugada tem um encanto, um mistério, um ar de solidão que me atrai.
A tamperatura mais baixa, o silêncio, a penumbra, as estrelas…tudo isso faz da madrugada um horário melhor para viver, para pensar, para trabalhar, para estudar, para se divertir.
Ah, a madrugada…
Conexão mais rápida, detalhes das músicas, iluminação indireta, janela indiscreta e o ponteiro com pressa: Vai dormir!
É de madrugada que os objetos se revelam. De dia estão imóveis, inertes. De madrugada eles falam, demonstram suas formas, pairam sobre o clima charmoso, sensual, inquietante.
Um silêncio ensurdecedor.
Miles Davis se ouve …

Poesia »

[13 May 2007 | 2 Comments | ]

Toma-me, ó noite eterna, nos teus braços
E chama-me teu filho.
Eu sou um rei
que voluntariamente abandonei
O meu trono de sonhos e cansaços.
Minha espada, pesada a braços lassos,
Em mão viris e calmas entreguei;
E meu cetro e coroa — eu os deixei
Na antecâmara, feitos em pedaços
Minha cota de malha, tão inútil,
Minhas esporas de um tinir tão fútil,
Deixei-as pela fria escadaria.
Despi a realeza, corpo e alma,
E regressei à noite antiga e calma
Como a paisagem ao morrer do dia.
(Fernando Pessoa)