Na moral, ouçam isso.
Metal.
Assim é definido o estilo musical que mais simpatizo e que está presente diariamente em minha vida. Apesar de algumas pessoas se surpreenderem ao saber que eu sou um banger – primeiro por ser careca e depois por acharem que minha aparência séria ou velha demais não combinam com a associação do metal com adolescência ou revolta – muitas das minhas referências musicais estão profundamente ligadas ao estilo. Até porque o próprio estilo tem raízes na música erudita e, juntamente com ela, são os estilos apontados por pesquisas como os preferidos pelos gênios e ultra-intelectuais. Obrigado…
Esse discurso todo é para falar de uma banda que muitos talvez não reconheçam como metal e sim Grunge: um movimento que surgiu em Seattle há muito tempo mas que só veio despontar para o mainstream da música mundial depois da divulgação pela MTV de ícones como o Nirvana, Pearl Jam, Soundgarden e o Alice in Chains, que é o objeto desse post.
Eu acompanho a carreira do Alice in Chains desde o lançamento do primeiro disco (Facelift, 1990) e a explosão de um dos hits grunges mais tocados no Fúria Metal, antigo programa da MTV Brasil que era o meu programa predileto mesmo antes de chegar em Soterópolis (Eu tinha acesso a Antena Parabólica): a música Man in the Box.
Vale ressaltar que Man in the Box não é nem de longe uma das minhas músicas preferidas do álbum. Mas graças a ela o Alice in Chains estourou. Pelo menos na cena grunge.
Depois de 14 anos do lançamento do seu último álbum, auto-entitulado Alice in Chains (1995), a banda lança seu 4º álbum: Black Gives Way to Blue. Estou ouvindo-o agora e foi impossível não fazer um post para comentar.
O álbum, nessa minha primeira audição, demonstra que o Jerry Cantrell (Guitarrista) passou por um longo período guardando timbres, riffs e tudo de melhor que ele podia coletar para gravar o álbum. Pesado. Bem pesado. E pela primeira vez ouvi o William DuVall, o vocalista que substituiu Layne Staley a partir da reunificação da banda em 2005. Laney faleceu em 2002 depois de enfrentar problemas com uso de drogas, o que levou o Alice in Chains a parar suas atividades até a reunificação.
O álbum está fantástico. Claro, eu sou suspeito em dizer, pois, gosto de todos os álbuns de estúdio e dos EPS, compilações, Live albuns, acústico MTV, etc…portanto, se você gosta de metal, ouça esse álbum. Sério mesmo.
Confira uma das músicas do novo álbum nesse video:
http://www.youtube.com/watch?v=lr_tyst3SVE
(Não foi possível colocar o video anexado no post porque a EMI retirou o código embed do Youtube).
Agora, no Vimeo outro video:












deixe de viadagem de porra de metal e bora comigo pro show do Coldplay.
Alice In Chains era a minha favorita, não sei se você lembra disso… Eu curtia Nirvana, até escutei algo do Soundgarden e tenho uma dívida com o Pearl Jam pois nunca me dediquei a escutá-los coma devida atenção e boa vontade… Alice In Chains, no entanto, era/é ducaralhu! Pena o Laney Staley ter ido… vocal singular, o que falta hoje em dia. Juntando com a guitarra e os rifs cheios de personalidade própria do Jerry, uma das bandas mais fodásticas daquele tempo! Eles destoavam dos outros de Seattle!
Esse som novo tá bom mesmo! Vou baixar o álbum completo!
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