O mar…
Céu nublado…bastante carregado.
Uma chuva forte não deixa que eu enxergue o horizonte. As gotas pesadas batem no corpo como se fossem agulhas machucando a pele.
O mar agitado e os tsunamis sem direção deixam o pequeno bote à deriva, sem rumo, sem vontade, sem chance.
O mar está completamente escuro e não sei o que há logo abaixo do bote. A sensação de estar no meio do oceano, sem um porto, muito menos seguro.
O vento frio me congela e o medo torna a sensação térmica ainda pior.
Os raios caem ininterruptamente como flashes registrando os momentos de pavor.
(…)
Abro os olhos e vejo o teto. Escuro.
A cama parece estar se movimentando em todas as direções e o ventilador teima em girar pro mesmo lado.
Se eu bebesse acharia com certeza que estava bêbado. Mas não bebo.
Um barulho intenso e contínuo na cabeça, como se fosse um reator, deixa a sensação de inquietação ainda mais insuportável.
(…)
Melhor esquecer isso tudo. Tenho muito trabalho pra fazer nesse feriado.









Al Jarreau! Zorra… muito bom!
Saudades de papear no Mê-Sê-Nê!
Depois da tempestade…. a calmaria…..
Massa é viajar de navio durante mais de uma semana e tudo balançar em terra firma depois!
hahahahaha!
O CHÃO TÃ MOLE PORRA!!!!!
laert q figura vc!
ah! oq andas acontecendo professor? ta esquisito vc…
hehehehe
“bom” feriado!…
tome as coisas com calma… (bem eu o garoto dos poemas com titulo de doença, maldita noite… )
Por que todo mundo teima em olhar e questionar a direção do ventilador? Pensei q fosse só eu…
Nunca mais tinha visitado teu .com.br…
Gostei!
Bjocas.
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Passado
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