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Penso, logo existo.

12 April 2007 4 Comments

Se o repolho não pensa…ele não existe?

Sabe, eu um dia já ponderei a possibilidade de fazer uma terapia. E na boa…seria no mínimo interessante.
Tentar se aproximar ainda mais do próprio eu, reconhecer e interpretar um contexto default de sociedade, valores, sim e não, pode e não pode, deve e não deve.
Ao mesmo tempo que vemos discursos hipócritas de facilitadores sociais determinando qual o caminho a seguir em que se obedeçam as leis impostas e a rotulação de que esse é o determinante para a tão procurada felicidade.

O que é a felicidade?

Segundo Cypher a ignorância é a felicidade. É o não-ver. É o não questionar o mundo que foi colocado diante de seus olhos. O mundo construído para se enxergar de forma pré-concebida.

Isso tudo é muito relativo…e desta vez eu construo a minha Matrix.

Papo nerd pra uma madrugada…vou dormir que é o melhor que eu faço.

Obs1: Voltei para as atividades físicas. www.ad3esportes.com.br (está ainda terminando de ser construído)

Obs2: Symphony X dia 16 de junho em SP. www.viafunchal.com.br

Obs3: Administrar o tempo é sempre uma tarefa árdua…mas os resultados são excelentes.

Obs4: Sugestão para ficar numa boa: The Hardest Part (Coldplay).

Obs5: MegaAçaí na Av. Paulo VI…muito bom…muito bom! O de 500ml já é mais do que suficiente.

4 Comments »

  • KK said:

    Eu concordo que deve ser muito melhor ser ignorante. Ter consciência das coisas me perturba. Como eu queria estar alheia a tantas coisas desse mundão!
    Bjos

  • Alexandre said:

    Completamente de acordo com sua reflexão.Análise perfeita.
    Tudo é condicionado. Felicidade, valores,etc são empurrados ‘guela abaixo’ das pessoas. A reflexão constante, prática sadia ao meu ver, as vezes me leva também ladeira abaixo, tudo por culpa de condicionamentos impostos ao longo da vida e que são muito difíceis de serem quebrados, mas que precisam ser.

    Abração

  • Pablo said:

    Penso, logo desisto!

  • samille sousa said:

    Laert atleta..heheh
    isso mesmo.
    agora estou escutando músicas eletrônicas experimentais, depois te passo.
    ah! malabares também são formas terápicas.
    heheheheh

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